O Globo

Rio Fanzine (O Globo)

Jornal do Brasil

International Magazine

Tribuna da Imprensa, O Dia e Diário do Povo

“... um mix de eletrônico com a milenar música árabe – e isto dez anos antes do estouro de Khaled”
Roni Filgueiras, Revista de Domingo, JORNAL DO BRASIL, 2000

“Look Carefully funde as batidas quebradas do drum´n´bass com vozes etéreas em línguas diversas, samples de inspiração oriental e até leves batucadas. Destaque para Touch Me, um tema viajante construído a partir de samples díspares. Cotação:bom”
Jaime Biaggio – O Dia, 1998

“Um dos melhores Live P.A. do Brasil” Luciano Vianna – London Burning, 2001

“Fica difícil comparar o trabalho de Johann a predecessores. (...) Look Carefully é um primeiro trabalho que poderá gerar muitos frutos”
Virginia Guilhon – International Magazine, 1998

“Faz um bom trabalho, mas recomendável apenas aos apreciadores da EBM” –
Rock Press, Zemos & Dines, 1996

“(Look Carefully) Tecnicamente, o disco é excelente, criando climas convincentes para cada personalidade de cada uma das faixas. (...) Heyss peca pelo excesso de auto-referências em diversas faixas, ao repetir sons e pedaços de música à exaustão, e consegue seus melhores momentos quando concentra suas energias em vez de espalhá-las: a ótima versão para Ne Me Laisse Pas L´Aimer (gravada originalmente por Brigitte Bardot) e a assustadora Incubus et Sucubus são ótimos exemplos de como ele ganharia mais eficácia se tentasse ser definitivo”
Alexandre Matias - Diário do Povo, 1998

“Tinha tudo para resultar numa indigesta receita musical. Mas, pelo menos na demo que Johann produziu, o som é curioso.”
Antonio Carlos Miguel – O Globo, 1992

“Em The Blue Sea Heyss consegue imprimir seu lado pessoal no projeto, principalmente nos vocais. Há um pouco de industrial ainda em canções como "Lunáticos" e "Quarto Cheio de Espelhos", embora o trabalho seja difícil de definir como algum estilo determinado, o que não é mau. O destaque do disco fica por conta da faixa "I Feel The Walls Turning Into Water. Trabalho interessante”
Luck Veloso – Clube Culturall, 2003

“Pode ser uma nova vertente da dance music a pense music”
Leonardo Rivera – International Magazine, 1996

“Sua música eletrônica nos leva aos caminhos do oriente, numa viagem fascinante”
Denis Kandle, Tranzine, 2001

“A natureza desconjuntada da música é simplesmente opressora demais”
Sonic Boom, 1998

“Johann Heyss é o autêntico homem-banda, e neste segundo álbum mais um vez fez tudo sozinho, com a "ajudazinha" de um computador. São músicas com letras (fato raro no meio eletrônico) escritas em inglês e português, que criam climas etéreos, piscodélicos e viajantes. O disco (The Blue Sea) consolida o trabalho do músico, já bem conhecido no underground” Dynamite, 2004

“Johann Heyss cantou ensandecido sobre bases eletrônicas pré-gravadas e apresentou uma versão de Erotica, de Madonna, mais undergound e pesada do que a material girl jamais poderia imaginar”
Alexandre Santos, O Globo, 1999

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